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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Tchau pai!

Quero compartilhar uma experiência que tive recente...
Pessoas que são mais próximas de mim, sabem o quanto eu não gosto de despedias. É muita tortura pra mim! Se sei que chegou a hora de despedir, prefiro fazê-lo rapidamente e de uma maneira simples.
Nem todos meus amigos são como eu. Alguns já se sentiram profundamente magoados por mim, ou mal amados (descaso)...
Gostaria de deixar bem CLARO que estes não faço isso de propósito, o motivo é que eu não gosto de despedidas!
Há 16 anos atrás, meu pai foi diagnosticado com câncer. Ficou doente durante 9 meses. Na época eu tinha 11 anos. Não entendia a profundidade desta doença, como eu também não compreendia o motivo que meu pai não podia mais brincar comigo, ou por que eu não podia pular no colo dele.
Um belo dia toda família (ambos os lados) foram visita-los no hospital.
Como eu já disse, eu tinha 11 anos, não entendia sobre a gravidade do problema, e estava chateada por que não podia ter a atenção do meu pai pra mim. (Havia muita gente)... ao invés de ficar próximo dele eu fiquei pelas esquinas, brincando nos longos corredores do hospital... quando de repente, minha mãe me chamou e disse: "vem despedir do seu pai, está na hora de ir", eu não tive TEMPO pra me despedir (longas despedidas), simplesmente abracei e disse: "tchau pai, até logo", lembro-me que eu sempre tinha um nó na garganta quando ia dar tchau pra ele.. eu segurei o choro e fui embora.
Aquela foi a última vez que vi meu pai vivo.
Des de então, todas as despedidas têm que ser rápidas e objetivas.
"Ta bom, beijo, tchau". Não gosto de ficar "cozinhando" sabe?
E eu só pensei nisso, há duas semanas atrás, na despedida dos meus colegas da faculdade.
Eu lutei pra não chorar na sala, mas não teve jeito... chorava tanto.. que não pararei até no final do dia!
E eu perguntei pra Deus: "Por que eu me sinto tão mal com despedidas?", logo em seguida essa história com meu pai veio na mente...
Acho que entendi o "recado".
Vivendo e aprendendo...
Nesta fase da minha vida, tenho aprendido muita coisa a meu respeito. Aprendido por que tomo certas decisões, por que ajo de alguma maneira.
Tudo têm remetido a maneira como eu cresci, a maneira como eu aprendi sozinha o que é viver.
Tem sido bom, desafiador e consolador.
É bom aprender sobre nós mesmos, principalmente em tempos de crise!
Obrigada Deus.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Parábola da semente


Parabola da semente Marcos 4:26-29
"Noite e dia estando ele dormindo, ou acordado a semente germina e cresce, embora ele não saiba como."
Estamos em constante processo de mudança, com desafios diários, crescendo e brilhando!
Deus nos assiste. E as vezes como num reality show.

Há momentos em nossa vida que é como no final da temporada... Ele fica lá, torcendo pra dar tudo certo! Na expectativa... louco pra chegar a próxima temporada junto conosco..
Pra viver coisas novas. Pra nos ver crescer com novos desafios.

As vezes, com o tempo difícil parece que nunca saímos do lugar.. mas eu acredito (mesmo sem ver) que a força esta vindo! A Ajuda está chegando... e quando menos esperamos seremos (somos) renovados... como em 2 Coríntios 4.

Paz pra sua casa!

domingo, 6 de novembro de 2011

Upside down

A mente entende.
O coração não.
Como podem ser tão obstinados!?
Ambos querendo ter razão, trazendo as mais diversas confusões para nossa vida, que já não é tão fácil...
Emoções são capazes de mudar nosso humor.. por melhor que a decisão seja, é difícil do coração compreender.
As vezes sinto que meu coração é como um animal selvagem.
Gosta de sentir-se livre, fugir dos padrões "normais", quer ter uma ATITUDE.. se mostrar com o livre.
Mas na verdade, não consegue se mover muito longe por causa das cadeias que o tem prendido. Cadeias de limitação, que a mente tem colocado, como forma de chamar a atenção e pedi-lo para colocar "os pés" no chão.

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